Pré-venda, stock limitado: envio estimado a partir de 15 de dezembro
Keffiyeh palestiniano original. Não é uma imitação feita em série: é tecido em tear por uma fábrica palestiniana que faz keffiyehs há décadas, uma das primeiras da Palestina, nascida em Jericó. Com a Nakba de 1948 teve de fugir e reabriu na Jordânia, onde continua a fazer o keffiyeh tradicional. Chega-nos em colaboração com a Handmade Palestine, que trabalha com artesãos palestinianos em comércio justo.
A rede, as folhas de oliveira e as riscas não são estampadas: estão tecidas no próprio pano. Ao pescoço ou na cabeça, é o lenço que a Palestina pôs ao pescoço do mundo.
Origem: fábrica palestiniana, fundada em Jericó e hoje na Jordânia
Material: mistura de algodão e poliéster, tecida em tear
Tamanho: 120 × 120 cm
Padrão: clássico, preto e branco, com franja e borlas
Pré-venda: stock limitado, envio estimado a partir de 15 de dezembro
Há datas que não se arrumam no calendário. 25 de Abril sempre, com o cravo ao lado, para dizer que a liberdade de 1974 não se celebra uma vez por ano: defende-se todos os dias.
Gritado em cada desfile da Avenida da Liberdade, ano após ano.
Para as compras, a praia ou a manifestação.
Partiram-nos muita coisa, mas não a vontade. Azulejo Quebrado: um cravo feito de cacos de azulejo azul, porque é dos pedaços que se refaz uma casa, uma rua, um país.
Feito de cacos, inteiro na mesma.
Para as compras, a praia ou a manifestação.
As paredes são as mesmas, a humidade também. Só o número no contrato é que voou: a renda subiu, a casa ficou igual.
A Constituição garante a todos o direito a uma habitação condigna. Ainda estamos à espera.
Um armário aberto e vazio, e um cravo a florir num vaso. Saí do armário. Ganhei espaço. A liberdade também se mede em ar para respirar.
Orgulho é liberdade.
Para a mochila, o portátil, a garrafa ou o cartaz da próxima manifestação.